Matematicamente é possível…

No princípio do campeonato não tinhamos grandes ilusões: A Boa vontade e o Empenho do Grão Mestre e do Luís Ferraz não seriam suficientes para definir como objectivo a subida de divisão num campeonato que se previa como muito poderoso e competitivo e em que o nosso único argumento passava por acreditar dogmaticamente na infalibilidade do Carlos.

Nessa altura a ambição era não descer de divisão e apenas matematicamente era imaginável que viessemos a ganhar o campeonato.

Contudo, fomos à luta sem temor e, jogo a jogo, acreditamos. E é já de si uma vitória o facto de a 3 jornadas do fim do campeonato, continuarmos formalmente em terceiro lugar e ainda ser matematicamente possível no fim da lavagem dos cestos, colhermos a vitória.

Falhamos se o não conseguirmos? Não, acredito é que nos superamos e adquirimos um capital de esperança para no futuro ainda fazer melhor.

Veja-se: Em todo e qualquer jogo havia à partida em abstracto 2 possibilidades de insucesso:

1ª) O Grão Mestre e o Ferraz não meterem um dos seus 4 jogos – aconteceu 2 vezes com o Dramático

2ª) O Carlos perder o jogo individual e, CUMULATIVAMENTE, perdermos o par – Seria muito azar, mas aconteceu com o Paroquial.

Por dois míseros pontos.

Assim o quis o Destino.

E seria o Destino diferente, se o jogo Dramático vs. Paroquial tivesse acontecido no momento certo?

Nunca o viremos a saber, mas também não é importante.

Não há que lamentar a confluência do azar para a última 6ª feira, (12×2) + 1 de Fevereiro, mas retirar consequências (todas as consequências necessárias) sérias, drásticas e radicais para alterar cirurgicamente o que está mal.

E depois de irradicado o mal, seguir em frente com o que está bem.

É que na Távola as derrotas não ficam sem resposta imediata.

Algo tinha que mudar. E mudou imediatamente!

Basta olhar para o Grão Mestre para perceber isso.

Feita a mudança necessária, nota-se ou não a diferença?

De um lado, o passado, incerto, nebuloso, entristecido e velho; Do outro a alegria, a esperança a irradiar da fronte do Grão Mestre.

Feita a mudança, o que acontecerá a partir daqui?

Agora é manter o mesmo espírito de modo a obter prazer, diversão e gozo do treino, do desporto, do jogo e da competição, em qualquer circunstância, em cada troca de bolas, em cada jogada e até ao último ponto.

Agora é seguir em frente com a certeza de que se continuarmos como até aqui, sem excessos de exigência e sem deslumbramentos, mas sem displicência, seremos o suficientemente felizes, na convicção de que Não somos os melhores do mundo, mas ninguém é melhor do que nós!

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Sobre Távola

Clube de Ténis de Mesa
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