A DWaC já cá está!

Pois é, sempre era para a Távola que a mesa DWaC queria vir e por isso se arriscou estrada fora fazendo milhares de quilómetros para nos encontrar, enfrentando tormentas e perigos inauditos, maiores do que os que uma mesa que não estivesse destinada a um futuro glorioso e superior conseguiria suportar.

De qualquer modo agradecemos que mantenham tudo isto no máximo de segredo, porque os invejosos deste Mundo que nos queiram mal, são bem capazes de tentar investigar esta aventura da DWaC, e insinuar que este é um caso tão grave e secreto quanto o dos voos da CIA para Guantanamo, com implicações diplomáticas imprevisíveis, embora no sentido inverso, uma vez que todas as terras por onde o percurso da DWaC se fez gostariam de ter no seu currículo (e colocar em placa): A DWaC PASSOU POR AQUI QUANDO IA PARA A TÁVOLA!

Essa a razão de a DWaC, só quando em Portugal, ter esclarecido para onde queria ir, mas disse que queria ir para uma freguesia do Concelho de Paredes, no distrito do Porto, cujas cores eram o azul e o amarelo.

Vai daí o cúmplice na fuga da Alemanha, que conduziu o camião, encaminhou-a para Rebordosa. Quando a DWaC lançou um lancinante grito de socorro que os ouvidos ultra-sensíveis do nosso Grão Mestre escutaram, imediatamente organizou uma operação relâmpago de resgate.

Telefonou ao Tavoleiro Hélder Nunes, falou ao Paulo Pacheco e ao Luís Ferraz. O primeiro retribuiu-lhe depois a chamada e disponibilizou-se imediatamente para fazer o que já estava feito. O Paulo disse que mal capturasse uma placa de ferro com ferrugem, de que andava à caça, ia lá ter. E o Ferraz, ficou a dar apoio de retaguarda, controlando o sitema judicial.

Sozinho, o Grão Mestre, na falta da Zafira Tavoleira Andante, meteu-se na Fiat Punto preta de dois lugares que está disponível para os apertos e lançou-se para Rebordosa em busca de salvar a DWaC.

No caminho, preparando-se para o que desse e viesse, reforçou-se juntando a si um cadastrado, que pelo que já fez pela Távola já é de considerar como Tavoleiro Honoris Causa.

Em Rebordosa, procuramos por quelhos e atalhos, ruas principais e secundárias, até que recebemos uma mensagem da Drª Isabel Mendonça, que nos dizia que o Vereador Cândido Barbosa (ao estilo de Super-Herói, mas vá-se lá saber porquê, montado numa bicicleta) ajudado por dois ilustres irmãos Rebordosenses, tinham conseguido resgatar a DWaC, a qual já se encontrava a descansar nas instalações da A.R.C – Indústria de mobiliário, Lda, à nossa espera.

Aliviados, carregámo-la com todo o cuidado e carinho, e sentimos nela um grande conforto, porque nem um queixume proferiu nesta última parte da sua viagem.

Finalmente descarregá-mo-la frente à nossa sede e os principais protagonistas desta história e os seus veículos tiraram uma fotografia para a posteridade.

A DWaC partiu do frio e chegou ainda cheia de frio e por isso vinha toda aconchegada dentro de uma cobertura de papelão, por isso aconselhados pelos técnicos que percebem do assunto, vamos dar-lhe tempo para a aclimatação.

Tempo que também nos servirá para marcarmos para mais tarde algo de memorável, ou seja, fazer-lhe uma calorosa recepção numa Conspiração-Festa de Boas-vindas à Távola que doravante e eternamente será o seu Lar, esperando com ela compartilhar muitas e muitas vitórias.

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Sobre Távola

Clube de Ténis de Mesa
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2 respostas a A DWaC já cá está!

  1. Grão Mestre diz:

    Aventura impressionante! Até eu me sinto emocionado!

  2. Nuno Ferreira diz:

    quando a montamos ? :b

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